TEMPO Nº64 - A ÁGUA E A CIDADE (10)

Tomar. Ponte Velha ou de D. Manuel I e rio Nabão. Fotografia 2009.

TEMPO Nº 63 - A ÁGUA E A CIDADE. (9)

Tomar. Rio Nabão e entrada no Mouchão. Foto 2009.


TEMPO Nº62 - FOTOGRAFIAS DE ÉVORA (5)

Évora. Catedral. Foto 2007.































Beirado, pousada dos Lóios. Largo Conde de Vila Flor.
Fotografia 2007.

TEMPO Nº61 - FOTOGRAFIAS DE ÉVORA (4).

Évora. Templo romano, largo do Conde de Vila Flor. Fotografia 2007. Ver Tempos nº17 e 20.

TEMPO Nº60 - FOTOGRAFIAS DA GOLEGÃ (7)

Golegã. Largo da Imaculada Conceição. Foto 2009. 





















O silêncio do espaço emerge da ausência de elementos supérfluos na organização espacial, da inexistência de materiais e cores prolixas que obriguem à atenção dos utilizadores, da inexistência de ornamentação com funções estritamente decorativas, no primado da solidez construtiva em detrimento da função representativa, correspondendo esta forma de organizar espaços públicos a uma arquitectura não baseada na imagem mas sim na expressividade dos planos, dos volumes, das texturas dos materias e na forma volumetricamente tradicional do objecto de equipamento.


Nota - A circunstância de existir no largo em apreço a igreja matriz da Golegã é determinante/condicionante desta forma de organização do espaço público. Ver Tempos nº25, 26, 27, 28, 33 e 34.

TEMPO Nº59 - TEMPO DE ESCULTURA NA CIDADE (7)

Constância. Estátua de Camões. Escultor Lagoa Henriques. Fotografias Fevereiro de 2009. Ver Tempos nº31 e 38




TEMPO Nº58 - FOTOGRAFIAS DE CONSTÂNCIA (9)

Constância. Igreja matriz. Fotografia Fevereiro de 2009.

 

TEMPO Nº57 - FOTOGRAFIAS DE CONSTÂNCIA (8)

Constância. Igreja matriz em cima, Zêzere em baixo, Tejo à direita, anfiteatro e Casa Memória de Camões à direita. Fotografia Fevereiro de 2009.


TEMPO Nº56 - FOTOGRAFIAS DE TORRES NOVAS (6)

Torres Novas, castelo. Fotos 2009.




TEMPO Nº55 - FOTOGRAFIAS DE TORRES NOVAS (5)

Torres Novas, castelo e alcaidaria. Fotografia 2009.


TEMPO Nº54 - FOTOGRAFIAS DE TORRES NOVAS (4)

Torres Novas, castelo e alcaidaria. Foto 2009.

TEMPO Nº53 - FOTOGRAFIAS DE TORRES NOVAS (3)

Torres Novas, castelo e alcaidaria. Foto 2009.

TEMPO Nº50 - BEETHOVEN (1)


"O Freunde, nicht diese Töne!
Sondern lasst uns angenehmere anstimmen
Und freudenvollere!
[...]
Deine Zauber binden wieder
Was die Mode streng geteilt;
Alle Menschen werden Brüder,
Wo dein sanfter Flügel weilt
."
Friedrich von Schiller, Ode An die Freude, 1785/6 [Adaptada e parcialmente modificada por Beethoven].


Tempo de Ludwig van Beethoven e da Sinfonia nº9 em ré menor, op. 125, para orquestra, coro e 4 solistas (soprano, contralto, tenor e baixo – por vezes barítono). Duração média – mais de 60 minutos.
Hino oficial europeu, UE, desde 1985 e Memória do mundo, UNESCO, desde 2001.

Tenho para mim, desde há muito, que os génios nascem de 100 em 100 anos... quando nascem. Em Bonn, 16 de Março de 1770, nasceu um deles, Beethoven de seu nome... pessoa e cidadão do mundo, por assim dizer.

O peso e a sombra de Beethoven pairam sobre a música de uma forma tal que dificilmente alguém se liberta da sua influência. Provas disso mesmo? É fácil... peça-se a quem sabe que indique alguns dos momentos mais significativos da organização musical de sempre... e lá vêm no texto da resposta duas referências ao mestre. A saber:
A integral das sinfonias e a integral das sonatas para piano.

Vai longe o dia 7 de Maio de 1824, na circunstância no Kärntnertortheater em Viena de Áustria, quando foi apresentada publicamente a 9ª sinfonia. Se por aqueles tempos já a surdez afectava e muito Beethoven, está à vista porém que ele não precisava de ouvir o que tinha musicalmente sonhado, na medida em que tratava a música como coisa mental e não como um fenómeno meramente acústico.
Ouvir a 9ª do Beethoven implica estar atento às texturas dos diferentes naipes de instrumentos, aos contrastes que vão do pianíssimo ao fortíssimo, às citações, à tensão dramática que a organização do conjunto consegue criar no ouvinte, às emoções lúdicas e estéticas...
A acabar num grand finale apoteótico o último andamento contém uma novidade à época, na circunstância a inclusão de um coro interpretando a ode An die Freude de Schiller. A ode, cujo idealismo de fraternidade e igualdade era igualmente professado por LvB, já o teria levado a admitir a sua utilização sob forma musicada desde algum tempo antes.

Há no panorama editorial discográfico desta sinfonia interpretações com instrumentos modernos (ditas “românticas”) e com instrumentos da época (ditas HIP – acrónimo de Historically Informed Performance). Há-as com orquestras grandes e pequenas, há-as com os andamentos nos limites mínimos dos tempos de metrónomo e nos máximos, há-as com técnicas de execução da época e de hoje, há-as ao vivo e em estúdio, ou seja, há-as para todos os gostos técnicos, artísticos e estéticos.
Não cabe nesta diatribe o que quer que seja sobre LPs, CDs, DVDs, SACDs, AAD, ADD, DDD, já que se coloca a questão do ponto de vista artístico e estético. Isto é, trata-se de música e não de tecnologia. E isto para não falar da inevitabilidade de ter de se ir a uma sala de concertos, ao vivo, começando por aquele ritual inicial das afinações dos diferentes instrumentos...

Sugestões para uma audição rápida comparada da 9ª? Os primeiros cerca de 100 segundos do 1º andamento, os primeiros 30 segundos do 2º andamento e os últimos cerca de 200 segundos do andamento final. Comparem-se versões diferentes, andamento de uma versão vs o mesmo andamento de outra versão... romântica vs HIP... maestro x vs maestro y... maestro x com a orquestra y vs o mesmo maestro x mas com a orquestra z... e sempre o texto da ode de Schiller na mão e muita disponibilidade de tempo, poderia lá ser de outra maneira...

Sugestões de audição em CD?... a resposta é longa, enorme, existindo em papel, na www e na usenet análises e recomendações sem fim, de especialistas, melómanos e outros ... mas ainda assim aqui vai uma, com sabor parcialmente conhecido de alguns, já que o coro é português.

Beethoven
The 9 Symphonies. Frans Brüggen. Orchestra of the 18th century
Lisbon Gulbenkian Foundation Chorus
Lynne Dawson, Jard van Nes, Anthony Rolfe Johnson, Eike Wilm Schulte
SPARS: DDD. Philips - 442 156-2 (5CDs)
Não é fácil encontrá-la, já que a caixa com a integral das 9 sinfonias, em versão HIP, por estes tempos parece andar esgotada em tudo o que é grande casa internacional da especialidade. Restará assim o mercado de usados, dos leilões, se se conseguir encontrá-la...




Sugestões de leitura?...a lista é enorme...


Hino europeu desde 1985 (sem texto).
http://europa.eu/abc/symbols/anthem/index_pt.htm
http://europa.eu/abc/symbols/anthem/index_fr.htm
http://europa.eu/abc/symbols/anthem/index_en.htm
Memória do mundo pela UNESCO
Registre Mémoire du monde de l'UNESCO
http://portal.unesco.org/ci/fr/ev.php-URL_ID=7045&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html
UNESCO's Memory of the World Register
http://portal.unesco.org/ci/en/ev.php-URL_ID=7045&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html






Conclusão
A 9ª sinfonia de Beethoven é, artisticamente, um dos momentos mais sublimes de criação do homem e tem a particularidade de permanecer e pairar sobre todas as suas interpretações, qual maestria compositiva inatingível.
Dito isto e sendo enorme o número de versões disponíveis no mercado... manda a cabeça, o coração, o estômago, a alma e sei lá que mais que se adquiram várias. Ou seja, quem tem uma não tem nenhuma.

TEMPO Nº49 - A ÁGUA E A CIDADE (8)

Vila Nova da Barquinha. Parque Ribeirinho. Fotos 2009






























TEMPO Nº48 - A ÁGUA E A CIDADE (7)

Vila Nova da Barquinha. Parque Ribeirinho. Foto 2009.

TEMPO Nº47 - FOTOGRAFIAS DE CONSTÂNCIA (7)

Constância. Adro e igreja matriz. Foto 2/2009.

TEMPO Nº46 - FOTOGRAFIAS DE CONSTÂNCIA (6)

Constância. Adro da igreja matriz (de N. Sª dos Mártires). Fachada Sul. Foto 2/2009. Ver tempo nº22
º

TEMPO Nº45 - FOTOGRAFIAS DE TOMAR (2)

Tomar. Ponte Velha ou de D. Manuel I, rio Nabão e pato. Foto 2009.

TEMPO Nº44 - A ÁGUA E A CIDADE (6)

Tomar. Rio Nabão. Foto 2009.

TEMPO Nº43 - FOTOGRAFIAS DE MILÃO (4)

Milão, catedral gótica. Pormenor da parte superior da fachada principal (oeste).

TEMPO Nº42 - FOTOGRAFIAS DE MILÃO (3)

Milão, catedral. Estilo gótico flamejante. Fachada sul.

TEMPO Nº41 - FOTOGRAFIAS DE SAGRES (2)

Sagres. Farol. Fotografias 2006.



TEMPO Nº40 - A ÁGUA E A CIDADE (5)

Vila Nova da Barquinha. Parque Ribeirinho. Fotografias 2009.
















TEMPO Nº 39 - A ÁGUA E A CIDADE (4)

Vila Nova da Barquinha. Parque Ribeirinho. Fotografia 2009.


TEMPO Nº38 - TEMPO DE ESCULTURA NA CIDADE (6)

Constância. Escultura de Luís de Camões inaugurada em 1981. Escultor Lagoa Henriques. Foto Fevereiro de 2009.



TEMPO Nº 37 - TEMPO DE ESCULTURA NA CIDADE (5)

Constância. Escultura de Camões inaugurada em 1981. Escultor Lagoa Henriques. Foto Fevereiro de 2009


TEMPO Nº36 - FOTOGRAFIAS DE MILÃO (2)

Milão, catedral gótica. Fachada norte.

TEMPO Nº35 - FOTOGRAFIAS DE MILÃO (1)

Milão. Praça da catedral com estátua de Vítor Emanuel II de Ercole Rosa, 1896 e catedral gótica.
Catedral (Santa Maria Nascente), estilo gótico flamejante. 1386-pós 1880(?).
Milano/Piazza del Duomo/Monumento Equestre a Vittorio Emanuele II-Ercole Rosa,1896/Duomo.